O (Des)Ordenamento Jurídico Brasileiro

04/05/2012

Você, estudante de direito (como popularmente se conhece o curso superior de ciências jurídicas e sociais), tem a impressão de estar pisando em areia movediça a cada dia de aula ? Tem a impressão de que o horizonte é composto de dunas de areia, que mudam de forma ao sabor do vento ?

Pois prepare-se: quando estiver formado e trabalhando na área verás que é isso mesmo. Nada é o que parece, tudo pode (só pode?) ser distorcido e fantasias dignas de contos de fadas farão parte do teu dia-a-dia.

A intrincada (e furada) teia que chamamos de (des)”ordenamento jurídico” pátrio é uma grande colcha de retalhos que, a começar pela Constituição Federal de 1988 e a terminar por leis obsoletas e parlamentares ignorantes permite que advogados, promotores e juízes inventem e adotem as teses mais absurdas para subverter os fatos e a lei ao seu bel prazer.

Moral da história: via de regra, tem mais razão aquele que puder pagar o melhor advogado.

Quanto antes você entender isso, melhor você vai se virar no revolto oceano das decisões diferentes para casos iguais e das decisões conflitantes até mesmo de um só magistrado.

Eu ainda não aceitei, não engoli.

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